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Poder, Dinheiro e Ética? Qui Prodest?

Paulo de Tarso Kops

Desde a instituição do Plano Real, em 1994, o Estado vem aumentando sistematicamente o percentual de impostos sobre o PIB, passando de 28,92% para os atuais 38,72%. Esta carga tributária ultrapassa largamente àquelas da maior parte dos demais países e só é superada por uns poucos, dos quais destacam-se Suécia, Noruega, França e Alemanha, o que significa que os brasileiros comuns trabalham hoje 4,5 (quatro e meio) meses para o Estado.

No entanto, o retorno deste para a população é praticamente nulo, pois todos os seus serviços são precários (quando existem!) em termos de saúde, educação, segurança pública e infra-estrutura.

Mas basta fazer uma análise cuidadosa para se constatar que realmente nunca haverá dinheiro suficiente para os serviços mencionados acima, se persistir a atual forma espúria de relacionamento entre o Estado e seus agentes diretos e indiretos.

Sim, é uma relação espúria. Caro leitor, analise os seguintes fatos, entre os milhares que foram informados pela imprensa na última década: a) juízes e desembargadores são pegos em atos de corrupção. São exonerados e presos? Não, são aposentados compulsoriamente ganhando até R$ 24 mil (vinte e quatro mil reais) mensais; b) vereadores, deputados estaduais e federais são pegos em atos de corrupção. São cassados e presos? Não, são anistiados e recebem apoio dos demais membros dos respectivos parlamentos e com vencimentos de até R$ 30 mil (trinta mil reais) mensais; c) funcionários públicos, que têm estabilidade e altos salários, trabalham satisfatoriamente para a população? Não, a maioria é mal educada e alguns são corruptos; d) sindicalistas e membros do MST agem à margem da lei e da Constituição. São presos, indiciados e punidos? Não, são afagados por demagogos e proto-ditadores de esquerda; e) igrejas, sindicatos e institutos de filantropia têm elevada arrecadação totalmente isenta de impostos, muitas vezes para finalidades anti-éticas e até mesmo ilegais. São punidas? Não, são tratados como “atores importantes da sociedade civil”; f) mega-empresários fazem superfaturamento de obras e aliciam funcionários públicos para ganhar de modo fraudulento concorrências. São presos e têm seus bens arrestados? Não, alegam que estão doentes e vão para o Caribe para se recuperar; g) empresas estatais, muitas delas monopolistas, têm lucros de milhões a bilhões de dólares provenientes de aumentos absurdos de seus preços de mercadorias e serviços. São verificadas pelos ministérios públicos e “procons” da vida? Não, são elogiadas porque dão lucro na mão do Estado; h) bancos, incluindo os públicos, têm lucro de centenas a bilhões de dólares. São contestados pelo poder público? Não, são louvados pelos agentes diretos e pelos “especialistas” (argh!!) como exemplos de desempenho no mundo capitalista atual.

Os oito exemplos citados demonstram que não ocorrerão mudanças na atual relação de poder se o cidadão brasileiro comum não se conscientizar e intervir, seja pelo voto ou por atividades pró-ativas, como assinatura de manifestos e participação em associações, conselhos e até mesmo em passeatas.

Portanto, a quem interessa o atual “status quo”, incluindo a manutenção de uma legislação arcaica e imoral, totalmente voltada para o corporativismo? Certamente não aos cerca de 160 (cento e sessenta) milhões de brasileiros comuns, que são aqueles que pagam para que uma minoria de brasileiros atue como parasitas.

 
 
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